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Tendências para a educação em 2019

Empreendedores de sucesso sabem como e quando seguir as tendências do seu ramo. Algumas pessoas criam tendências, e outras as seguem. Já algumas pessoas não fazem nem um, nem outro.

O mesmo ocorre no mundo empresarial. Algumas empresas criam tendências, outras as segue. Já outras, não fazem nada. Você gostaria que a sua empresa se encaixa-se em qual? Líder, seguidor, ou nenhum?

A seguir, descrevemos alguns fatores que certamente terão influência no cenário nacional da educação em 2019.

Chromebooks

Os chromebooks, por exemplo, são laptops que relembram os antigos netbooks, computadores portáteis com pouca capacidade de processamento, porém leves e de baixo custo. Seu objetivo não é rodar jogos da última geração ou editar efeitos especiais, mas sim possibilitar acesso à internet e outras funções essenciais, pagando um preço baixo pelo hardware.

Uma pesquisa dos EUA mostra que, no último trimestre de 2018, 59,8% dos notebooks cedidos às escolas americanas eram Chromebooks, e essa tendência deve continuar em 2019, afinal os investimentos da Google sobre esse dispositivo só cresce. Esses computadores são portáteis e de baixo custo, pois possuem apenas funções essenciais, além de seu sistema operacional funcionar diretamente pela Internet.

E essa tendência já está chegando ao Brasil graças à Positivo: “Identificamos que há uma demanda latente de escolas de todo o Brasil pelo Chromebook e seus softwares educacionais sem custo adicional. Por isso, decidimos lançar o Positivo Chromebook CH1190 para atender às instituições de ensino de qualquer porte”, diz Cinthya Ermoso, gerente de Produtos da Positivo. Com este produto mais presente no mercado brasileiro, fica muito mais fácil aplicar este tipo de iniciativa na sua escola. Mesmo que os próprios Chromebooks não sejam uma opção viável, é interessante refletir sobre esse novo conceito: confiar um computador pessoal ao seu aluno. Não há necessidade de ele levar o aparelho pra casa, mas ter uma máquina particular com certeza faz tanto o aluno quanto o titular enxergarem valor na sua escola.

Mobile learning

Estudar da mesma maneira que se estudava no século passado é certamente um fator que não deve sobreviver para o próximo ano. O ensino por meio de plataformas móveis propicia o aprendizado através de ambientes à distância, sendo conveniente tanto para o aluno quanto para o professor e a instituição, que pode redirecionar o investimento em infraestrutura na escola para outros fins.

Laptop, smartphone, tablet. Em verdade, a plataforma não é tão relevante, contanto que a essência permaneça a mesma, permitindo acesso à videoaulas, aplicativos e podcasts com conteúdo vindo do próprio curso.

Mais interessante ainda é se a sua escola disponibilizar um aplicativo da própria instituição, oferecendo todos os fatores já citados, mas dentro do app. Dessa maneira, a relação entre o aluno e a escola é estreitada e é possível filtrar todo o conteúdo que você deseja que chegue ao seu aluno.

Gamificação

Essa é a mais nova tendência para interações digitais, que não se limitam necessariamente à educação.

Gamificação é a aplicação de elementos típicos de jogos, como a acumulação de pontos, competição ou níveis de dificuldade, com o objetivo de estimular o engajamento. Na área da educação, essa técnica pode ser utilizada de várias maneiras, mas usualmente com um objetivo único: facilitar o ensino.

É comum, nas instituições de ensino superior, observarmos o uso de games em cursos de graduação. Nas ciências exatas, por exemplo, é possível utilizar jogos para ensinar conceitos matemáticos tanto básicos quanto avançados para os alunos, como por exemplo o uso do Sudoku para ensinar matrizes.

Jogos eletrônicos já fazem parte da rotina dos estudantes, e inserir essa abordagem no meio acadêmico gera interesse por parte do aluno. A gamificação estimula habilidades como criatividade, espírito de equipe e  reflexão. Desta maneira, seus alunos não se sentirão deslocados e obrigados a estarem em uma sala de aula, e sim inseridos e empolgados com o conteúdo que se depara perante eles.

Power pupils

Uma abordagem interessante adotada atualmente em escolas americanas é o uso de power pupils. O conceito por trás disso é a instituição aproveitar do conhecimento e capacidade de alunos excepcionais em certas matérias para inverter os papéis de aluno e professor e colocar esses alunos como figura de mentor na sala de aula, aproveitando assim o potencial desses alunos.

Eles podem servir tanto como conselheiro de um só aluno quanto de um grupo, ou ainda ensinar a sala toda sobre um assunto específico. Isso facilita o trabalho do professor, instiga o aluno a seguir um caminho acadêmico e auxilia o resto da turma com o conteúdo.

O futuro está aqui

Para crescer, é preciso investir. E é normal termos medo de investir ou até não sabermos onde. Porém, investir em estrutura normalmente é uma ação bem recompensada, principalmente quando se aplica este valor com consciência do que se faz. Precisa de ajuda para decidir onde e como investir na sua escola? Permita que nossos assessores te ajudem deixando seu número aqui.

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