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Como fugir da lista das empresas que fecham por medo de se reinventar

Vocês lembram quando começaram a surgir aparelhos celulares com tela sensível ao toque? E os televisores de tela plana? Voltando ainda mais no tempo, recordam da popularização das câmeras digitais e do DVD que jogou para escanteio as fitas K7? Quanto gastávamos com revelações sem nem saber se as fotos tinham saído boas, não é mesmo? As fitas K7 precisavam ser rebobinadas após assistidas, os celulares antigos tinham teclas, não possuíam câmeras e nem tela colorida. O tamanho das televisões e computadores antigos comparados aos aparelhos que usamos hoje, chegam a ser engraçados.

Fato é que o avanço tecnológico sempre esteve presente em nossas vidas e, por mais duro que seja, chega um momento em que temos que abandonar velhos hábitos, velhos gostos, pois isso vai se tornando tão obsoleto que acabam, muitas vezes, por não funcionar e serem aceitos nos dias atuais.

Isso já aconteceu muitas vezes

Empresas que não se atualizam e se mantêm resistentes aos avanços tecnológicos, tendem a ficar paradas no tempo e, muitas vezes, acabam fechando suas portas. Vamos relembrar alguns casos:

Blockbuster

O aluguel de fitas K7 e DVD’s funcionou muito bem por anos, mas então as pessoas descobriram que poderiam baixar filmes da internet e assistir online através de serviços de streaming, sem pagar nada ou pagando muito pouco. A Blockbuster era uma gigante do ramo de aluguel de filmes que fechou suas portas depois de padecer por alguns anos e acabou falindo em 2013.

Kodak

Muito popular, a Kodak foi líder de mercado por muitos anos no ramo de filmes e câmeras fotográficas. Foi ela mesma que inventou a câmera digital, mas por achar que essa nova tecnologia derrubaria a venda dos filmes, acabou por engavetar o projeto. Fato é que anos depois as câmeras digitais chegaram com tudo e a Kodak até tentou lançá-las, mas acabou perdendo o timing. Faliu em 2012 e levou consigo o grande império que construiu como sinônimo de fotografia.

Blackberry

Por anos os aparelhos Blackberry foram sinônimo de tecnologia e status. Na época eles apresentavam um design diferenciado e ofereciam diversas funcionalidades, logo se tornaram muito populares no ramo empresarial e governamental. Infelizmente a empresa ignorou novas tecnologias como a tela sensível ao toque usada pela Apple e Samsung em seus novos aparelhos, além de subestimar a segurança dos emails empresariais que oferecia para seus fiéis clientes corporativos. Fato é que a marca que dominava o mercado se tornou obsoleta e acabou falindo.

O que essas três empresas tiveram em comum? A resposta é simples: não inovaram. Vivemos em um mundo empresarial onde é necessário se reinventar todos os dias, nunca parar de estudar novas ideias, buscar novas tecnologias, ficar antenado a tudo que é lançado, pois se você não inovar, seu concorrente irá.

Mas o que essas gigantes poderiam ter feito para não encerrarem suas atividades que por anos foram referência de mercado? A dica vale para todas as empresas: primeiramente é necessário ter a humildade de entender que por mais que sua marca já esteja consolidada, é fundamental fazer uma análise para constatar se os seus processos, produtos ou serviços não estão estagnados na mesmice. Em muitos casos o pensamento de “eu sempre fiz assim” quer dizer na verdade que “esse tempo já passou, reinvente-se”.

Esse momento costuma ser duro e até cruel para muitos empresários, seja por costume, tradição familiar ou falta de conhecimento tecnológico. É preciso imergir no atual e encarar de frente um novo tempo que se inicia, pois somente assim será possível escapar da lista das empresas que faliram por não se reinventarem. Kodak, Blockbuster e Blackberry poderiam ter buscado soluções com startups para dar uma guinada nos negócios, apresentar novidades para seus clientes, crescer junto com a tecnologia.

A falta de bom senso, aceitação e, principalmente, atitude por parte dos empresários, podem levar grandes empresas a falência. Quando falamos em instituições de ensino, isso também fica evidente, pois os métodos de aprendizado que funcionavam muito bem há anos atrás, já não são mais eficazes. O mundo mudou, as pessoas mudaram, novas tecnologias foram criadas, novas necessidades foram inventadas. A falência de grandes empresas também se dá por falta de uma gestão competente, então quando falamos em escolas, é necessário aliar o crescimento e atualização dos dois lados: a escola como instituição de ensino e a escola como empresa.

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A escola como empresa

Como toda empresa, uma escola necessita de uma boa gestão para organizar seus funcionários, os processos de trabalho, os resultados e setores, além de tantos outros fatores que implicam diretamente no bom funcionamento de uma instituição de ensino. O que fazer:

Do papel para o online

Em pleno 2017 isso pode parecer piada, mas não é. Muitas empresas ainda insistem em manter seus arquivos em… arquivos! Documentos e demais papeladas importantes são os primeiros da fila a passarem pela transformação digital. Não se pode correr o risco de extravio por falta de organização ou má armazenagem. Quantas empresas não perderam documentos importantes em incêndios e até mesmo intempéries do tempo? Digitalize tudo que estiver na forma física, invista em softwares de gestão onde será possível oferecer acesso a essas informações para todos os funcionários. São tantas as funcionalidades que esses sistemas oferecem, que depois de acostumar-se você irá pensar “por que eu demorei tanto para fazer dessa maneira?”.

Da correspondência física para o email

Outra mudança que se tornou tendência entre as grandes marcas, é a da sustentabilidade quando se diz respeito ao envio de correspondências aos clientes. Mensalidades e informativos escolares devem migrar para o digital, assim há menos papel sendo descartado na natureza, bem como pode-se oferecer facilidade para o cliente acessar e pagar as mensalidades online. Para de gastar com envios físicos, isso demanda tempo e investimento. Otimize!

A escola como instituição de ensino

Tecnologia em sala de aula

Professor fala, aluno escuta e presta atenção. Professor escreve no quadro, aluno copia. Esse método de ensino já não funciona mais como funcionou por tanto tempo. Atualmente os alunos querem mais, sejam eles de qual faixa etária for. Prender a atenção das pessoas tem sido um grande desafio para as instituições de ensino, já que atualmente há tantas outras coisas mais interessantes acontecendo para se fazer, ver, ouvir, etc. É necessário investir em tecnologias, novas formas de ensinar, seja através da diversão, da experiência, da aula prática, do sair de dentro da sala de aula.

Flexibilidade de horários e lugares

Muitas pessoas deixam de ingressar em cursos por não terem o tempo necessário para se deslocarem nos dias de aula até a escola ou também pela dificuldade de casar os horários de suas outras atividades aos das aulas. Instituições que oferecem ensino a distância, parcial ou total, estão cada vez mais populares. Quanto ao horário, a dica é disponibilizar conteúdo online para que o aluno acesse a qualquer hora e até mesmo abrir turmas em horários diferenciados dos habituais. Tenha certeza que aparecerão muitos alunos que se encaixam nessa necessidade.

Novos cursos, novos horizontes

Por mais que algumas instituições sejam reconhecidas por oferecerem tais cursos com metodologias excelentes, não significa que não podem investir em outros, mesmo que esses fujam da ideia inicial da escola. A necessidade faz a oportunidade, por isso é tão importante estar atento ao que as pessoas procuram, às tendências de mercado, às novas profissões e capacitações que surgem a todo momento.

As empresas devem encarar o tempo como um processo constante de metamorfose. A transformação muitas vezes dói, mas se faz necessária para que o seu negócio continue em ascensão e não pare no tempo. Empresários, ampliem seus horizontes, evoluam, pois só assim seu empreendimento não constará na lista das empresas que tiveram sua morte decretada, por teimosia, falta de atitude e até mesmo medo.

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