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Cursos profissionalizantes: crescimento em 2018 e um mundo de possibilidades para 2019

Com um sólido crescimento no ano que passou, o mercado de cursos profissionalizantes tem muito que expandir, além da tendência de conquistar cada vez mais alunos.

Pensemos nos reais motivos que levam as pessoas a procurarem cursos profissionalizantes: dar uma turbinada no currículo ou mudar de profissão. Como hobbie, por puro prazer em aprender algo novo, abrir um negócio próprio, buscar o primeiro emprego no mercado de trabalho, reforço escolar ou preparação futura para as crianças e adolescentes, entre tantos outros motivos.

Novas profissões surgem a cada dia para atender a necessidade do avanço tecnológico na indústria, principalmente, além de um mundo com pessoas cada vez mais com necessidades específicas. Para as escolas de cursos é preciso atenção para acompanhar esse cenário, sair em busca de conhecimento para depois oferta-lo com precisão. Para o CEO da F10, Marcos Pegoraro, isso pode ser um desafio, levando em conta que “boa parte dos cursos ofertados foram criados no início dos anos 2000 e poucas matérias passaram por atualização”, comenta.

Se pensarmos que há diversas profissões que ainda não foram sequer inventadas, sabemos que é urgente o senso de atualização e modernização dos cursos ofertados pelas escolas. É hora de se manter o mais perto possível das novidades. A busca por conhecimento e o investimento deve ser constante, só assim sua instituição conseguirá acompanhar as necessidades do mercado, sendo capaz de formar os profissionais do futuro.

A POPULARIZAÇÃO DO ENSINO EAD

De acordo com matéria publicada na Exame, dados apresentados pela revista Forbes dizem que o mercado de ensino a distância nos EUA “irá bater a incrível marca de $325 bilhões de dólares até 2025”. Houve crescimento do mercado de cursos profissionalizantes no ano de 2018 no Brasil, mas ainda não com essa expressividade apresentada pelos EUA. Isso levanta a seguinte questão: por que no Brasil estamos distantes dessa realidade? A resposta está em como enxergamos não só o mercado de trabalho, mas também a forma de inserção desses profissionais nele.

O que o ensino a distância (EAD) exige do aluno que opta por estudar dessa forma: disciplina. Estudar em casa requer comprometimento, organização, motivação, tempo e concentração. A educação no Brasil ainda é ofertada, em sua grande maioria, da maneira convencional, ou seja, presencial. “O maior desafio está em criar a sinergia da sala para a turma que está à distância. As escolas que apostarem neste modelo, precisam se preocupar em não gerar o sentimento de abandono no aluno”. Pergoraro ainda acrescenta que “é preciso fazê-los entender que fazem parte de um grupo que tem sua evolução acompanhada”.

Infelizmente muitas pessoas que ingressam no EAD acabam desistindo por não conseguirem ter a disciplina necessária para estudar em casa. É necessário que os cursos ofereçam uma proposta simples, dinâmica, que desperte a vontade do aluno sentar em frente ao computador para estudar. Se isso dá certo lá fora, pode dar certo aqui no Brasil também!

MUDANÇAS NO MERCADO DE TRABALHO

Grandes empresas mudaram suas exigências ao analisar um candidato através do seu currículo. Hoje há uma busca maior pelas habilidades e experiências que um profissional possui, ao invés de um diploma. Gigantes como Apple, Google e IBM declararam que o diploma universitário já não é mais uma exigência no momento da contratação. Os candidatos às vagas precisam possuir habilidades exigidas para o cargo almejado e, muitas vezes essa bagagem foi vivenciada em outras empresas, cursos livres e até mesmo por esforço próprio. Se o profissional demonstra capacidade de aprendizado, se torna muito mais interessante para a empresa, até porque um currículo que leva formação superior não comprova total conhecimento e competências do seu dono, apenas um curso concluído.

A BUSCA POR UM CURSO

São vários aspectos que chamam a atenção de quem busca cursos livres, seja pelo direcionamento para um objetivo específico com menos burocracia e liberdade de escolhas, como também por serem mais acessíveis financeiramente, resultando em um custo/benefício melhor. A carga horária total do curso é menor se comparada a uma graduação, pois o aluno completa um curso em poucos meses. Há muita flexibilidade, no caso do EAD, pois há a possibilidade de estudar em qualquer horário e lugar. Algumas instituições ainda oferecem ensino híbrido, modalidade onde a carga horária é dividida entre aulas online e aulas presenciais.

Em 2018 franquias de grandes nomes aumentaram de maneira expressiva suas unidades em todo o país, o que possivelmente configura mais crescimento para o ano de 2019. São tantos cursos ofertados, que em uma busca rápida na internet podemos descobrir uma variedade de profissões consideradas “em alta”. Cursos na área da saúde, como cuidador de idosos e também os que são vinculados aos cuidados com a alimentação e estilo de vida, também estão entre os mais buscados. As dietas se tornaram especiais e preocupadas com perfis variados de pessoas que possuem intolerância a lactose e ao glúten, por exemplo, sem falar no veganismo, que se popularizou muito nos últimos anos. Os profissionais se qualificam para atender um público cada vez mais exigente com o que come. Esse tipo de curso oferece ao aluno formado a possibilidade de abrir seu próprio negócio, por exemplo.

Tão populares, os cursos de idiomas que são há anos o carro chefe de milhares de escolas no Brasil, ainda estão entre os mais procurados. A busca pelo aprendizado de uma nova língua se tornou prioridade por conta da exigência do mercado de trabalho, a popularização dos intercâmbios, a vivência e até mesmo mudança para outros países, alto consumo de cultura estrangeira, entre tantos outros aspectos. O que difere uma escola de idiomas para a outra? O método, a maneira que esse aluno irá ser inserido em um novo idioma, o tempo para se tornar fluente, o material didático e até mesmo as próprias salas de aula. Viu só como a inovação precisa acontecer até mesmo nas escolas de cursos mais antigas e tradicionais?

Poderíamos escrever muito mais sobre tantas novidades no mercado de cursos livres, as dezenas de profissões que estão em alta, os mais variados métodos que as escolas oferecerem. A grande questão é a de que o tempo passa cada vez mais rápido quando falamos em tecnologia e crescimento. A necessidade do novo desperta nos alunos e esses chegam às salas de aula esperando coisas diferentes, querendo ser surpreendidos.

Por vezes mostramos resistência à tecnologia, seja por acreditar na forma de trabalho seguida há anos ou por medo de arriscar. O momento da inovação é agora! A não ser que você prefira ficar observando o seu concorrente largar na frente. Busque informação e ofereça cursos diferenciados na sua instituição. Prepare-se para o amanhã, hoje.

DICAS DA F10

Depois de ler esse breve texto, faça um exercício mental de avaliação e se pergunte: a minha escola está preparada para as profissões e necessidades profissionais do futuro? Conseguiremos sobreviver ao mercado se continuarmos trabalhando da forma como atuamos hoje?

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